Uma releitura do encontro de Jesus com a mulher samaritana



Wilma Rejane

“Jesus deixou a Judeia, e foi outra vez para a Galileia. E era-lhe necessário passar por Samaria. Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber.”João 4:3-7 

Já escrevi vários artigos sobre a passagem Bíblica do encontro de Jesus com a mulher samaritana, aqui, porém, pretendo transmitir alguns elementos que não constam nos estudos anteriores. E o que escrevo é resultado de releituras sobre a passagem. Releituras feitas com o objetivo de compreender melhor alguns aspectos, como por exemplo:   o fato daquela mulher ir pegar água no poço ao meio dia, um horário de alta temperatura e em que a cidade estaria um tanto deserta; o que justificaria tal ação? A samaritana era uma mulher de reputação maculada, mal falada pela sociedade e por isso procurava evitar as pessoas, o convívio social? Se ela era uma pessoa descredenciada, por que se torna uma missionária tão bem-sucedida? Não seria um contraste rotular de descredenciada uma mulher que em pouco tempo de convertida consegue conduzir muitos habitantes de Sicar a certeza de que Jesus era o Messias?

Tudo indica que Jesus foi a Samaria com o propósito de encontrar aquela mulher. O encontro não se configura como algo aleatório, imprevisto. O verso 4 do Evangelho de João 4 diz: “Era-lhe necessário passar por Samaria”. Jesus passou por Samaria para cumprir uma necessidade, que necessidade era essa? A necessidade não era física, nem sede, nem fome, nem cansaço. O cansaço foi uma consequência de sua ida a Sicar e assim também se entende sobre a sede. Fato é que Jesus naquele dia deixa de seguir a rota diária tomada por todos os judeus. O caminho mais curto da Judeia para Galileia compreendia passagem por Samaria, os judeus, contudo, para não atravessarem Samaria, percorriam uma rota por fora da cidade. Eram décadas de conflitos e por essa causa os povos se evitavam.

Entre faróis e afundadores


Wilma Rejane


Os faróis foram criados com a finalidade de orientar os navegantes sobre direção, caminho seguro. São norteadores de que os marujos estão a se aproximar da terra firme, do destino almejado. Antigamente os faróis eram abastecidos com azeites de oliveira ou de baleia, assim podiam ficar acessos durante a noite. Atualmente, possuem eletricidade própria e avançados sistemas de sonorização que avisam sobre perigos de nevoeiro.

Com o intuito de enganar embarcações e atraí-las para zonas de perigo, surgem os afundadores. O que representam? São criadores de falsos faróis que conduzem as embarcações para o fundo do mar e as saqueiam, abandonando-as em destroços.

Faróis sempre me encantaram: A singularidade, a maneira solitária em que se destacam em meio às muitas águas, a utilidade e beleza das luzes que refletem nas águas, como se estrelas passeassem nas ondas. Faróis alegram embarcações, viajantes atribulados, navegantes cansados. Faróis de verdade, são como luz nas trevas, emanam esperança, certeza de novos horizontes, terra firme.

Não pude deixar de ver semelhança entre os faróis em alto mar e a mensagem de Salvação. Jesus disse: "Eu Sou a Luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" Jo 8:12. O profeta Isaías em inúmeros versos comparou Jesus, O Messias Salvador com uma Luz que nortearia os perdidos: "Te darei por concerto do povo e para Luz dos gentios, para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos e do cárcere, os que jazem em trevas" Is 42:6,7. Nessa alegoria, o farol é essa Luz que permite aos navegantes, encontrarem o rumo de suas vidas.

Retorno à figura dos afundadores, os que constroem falsos faróis, com o intuito de saquear, destruir. Eles são reais! Estão por toda parte. A cada tempestade, nevoeiro, ou mesmo em tempos de bonança podem ser avistados. São fáceis de serem alcançados. Porém, são teias de morte, armadilhas de destruição. Comparo os afundadores as escolhas erradas, as ofertas de Satanás. " O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir" Jo 10:10. Eles conduzem as embarcações ao fundo, matam, roubam e depois abandonam os destroços. Quantos navegantes já não foram vitímas dos afundadores?

Entre faróis e afundadores existem muitas diferenças: aqueles, representam vida, estes morte. Um conduz à terra firme, outro, ao mais profundo abismo com fúria de morte, destruição. Para onde ir? O que seguir? O que escolher? A resposta, parece óbvia. Convido-o a refletir. A escolher sempre o Caminho da Vida.

Para ilustrar, sobre " homens e faróis"


Embarcação americana em alto mar...


- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.


Os canadenses responderam prontamente:
- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.


O capitão americano irritou-se:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.

Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU curso atual.

A situação foi se agravando. O capitão americano esbravejou ao microfone:

Este é o porta aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana. Estamos acompanhados de três destróieres, três fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para o norte, ou então acabaremos com você para garantir a segurança do navio.

E um silêncio assustador tomou conta da atmosfera quando por todo o ambiente se ouviu em alto som: E aqui é um farol, câmbio! 


Quantas vezes criticamos a ação dos outros, exigimos mudanças de comportamento nas pessoas, até mesmo reclamamos de Deus, quando na verdade nós é que deveríamos mudar de rumo. Jesus é o farol que conduz a mais segura direção.


A parábola achei Aqui e adaptei.

Fonte: http://www.atendanarocha.com/2017/07/entre-farois-e-afundadores.html

Tempos Difíceis

Martin e Deidre Bobgan
Os cristãos estão vivendo tempos difíceis. Descontentamento, decepção, desconforto, desencorajamento, desespero, depressão, divórcio, discórdia, desdém, desgosto, dissensão e desobediência são bastante comuns entre os que foram chamados para dar testemunho da glória de Deus e para refletir a imagem de Cristo. Muitos cristãos têm buscado conselheiros profissionais e psicólogos para ajudá-los a resolver os problemas da vida, mas esses problemas parecem estar aumentando.
Os "consumidores" cristãos carregados de problemas também podem escolher entre uma grande quantidade de produtos: livros, conferências e grupos de auto-ajuda – mas os problemas continuam se multiplicando. Quanto mais se trata dos problemas, mais as pessoas se tornam centradas neles. Até aqueles que tentam resolver os problemas da vida com princípios bíblicos, muitas vezes acabam se envolvendo tanto nesses problemas que não alcançam a raiz da dificuldade real. O tratamento dos problemas freqüentemente alcança somente os sintomas superficiais, apenas substituindo-os por outros sintomas. Alguns cristãos vivem de crise em crise. Outros carregam um peso que parece ficar mais e mais pesado com o passar dos anos.
Nunca houve tantos livros disponíveis para os cristãos na sua busca da família perfeita, do casamento perfeito e da vida perfeita. Não obstante, muitos cristãos falham em refletir a imagem de Cristo em sua família, no casamento e na vida. Será que as dificuldades que os cristãos enfrentam estão relacionadas com o fato deles estarem vivendo naqueles tempos difíceis sobre os quais Paulo alertou a Timóteo? "Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas..." (2 Tm 3.1-2). A Edição Revista e Corrigida diz:"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos..."
Amantes de si mesmos

Das Águas Amargas Para a Água da Vida

Burkhard Vetsch

A caminho das águas amargas

É muito impressionante passear pelo deserto de ônibus com ar condicionado, ou mesmo fazer uma caminhada de algumas horas no deserto. Mas foi algo bem diferente quando um povo de vários milhões de pessoas, com suas crianças, seus animais e seus utensílios domésticos, andou pelo deserto durante três dias, padecendo com o calor, os perigos, a fome, a sede, o cansaço e a exaustão. É verdade que eles conseguiram escapar dos patrões egípcios que os mantinham como escravos e o exército egípcio foi "tragado de todo" pelo mar, como diz Hebreus 11.29. Em Êxodo 15.1 está escrito: "Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro." Que grande livramento foi esse milagre de Deus! Por detrás de Israel estava a poderosa e protetora mão de Deus, que afugentava os inimigos; sobre o povo de Israel estava a nuvem da glória que dirigia, conduzia e indicava a presença de Deus; diante dele estava a Terra Prometida que oferecia leite e mel – mas debaixo de seus pés só havia areia quente e pedras! Assim eles vaguearam pelo deserto de Sur e não encontraram água. As gargantas estavam secas, as crianças choravam, os animais berravam. Então, depois de três dias – e não foi uma miragem! – eles viram muita água. Com alegria e expectativa eles correram depressa para lá. Água! Água! Mas, que horror! Ela era muito amarga, um líquido intragável e venenoso. Todos gritaram: "Mara! Mara!" (= amargor!). Que dolorosa e amarga decepção! "Moisés, o que é isso? Tu nos guiaste até aqui para que morramos de sede?", gritaram as pessoas indignadas. "E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?" (Êx 15.24). Agora reinava a indignação e a raiva no meio daquela grande multidão sedenta. Até mesmo uma multidão disciplinada pode fugir ao controle quando é exigida além de suas capacidades. Mas nem ao povo escolhido de Deus, nem a nós é permitido fazer-Lhe a pergunta repreensiva: "Por que permites que teus filhos experimentem tanta frustração e amargura?!"

A Arca da Aliança e Jesus

Britt Gillette
Sendo a Palavra confirmada de Deus, a Bíblia é o maior livro já escrito. Uma das muitas razões para isso é o número espantoso de profecias específicas cumpridas que ela contém. E, muitas dessas profecias dizem respeito à vida e aos tempos do Messias. Por exemplo, o livro de Daniel predisse o momento exato da chegada do Messias com 483 anos de antecedência (veja Daniel 9.25).
O livro de Zacarias previu a traição de Cristo por 30 moedas de prata (Zacarias 11.12), e Miquéias predisse que o local do nascimento do Messias seria Belém (Miquéias 5.2). As Escrituras contêm dezenas e dezenas de profecias messiânicas como estas, todas apontando para um Homem – Jesus de Nazaré.
Mas, você sabia que a Bíblia contém ainda mais evidências da autoridade divina de Jesus? Apesar da probabilidade remota dEle cumprir apenas algumas dezenas, as profecias messiânicas apenas arranham a superfície do que a Bíblia tem a dizer sobre o Messias. Na verdade, se as afirmações de Jesus forem verdadeiras (e elas são!), todo o Antigo Testamento aponta para Ele. Isso mesmo, todo o Antigo Testamento.

O Antigo Testamento

Infelizmente, quando se trata de estudar a Bíblia, muitos cristãos negligenciam o Antigo Testamento. Claro, eles podem ler Gênesis, Salmos e Provérbios. Em sua maioria, porém, os cristãos consideram os outros livros do Antigo Testamento como chatos ou irrelevantes.
No entanto, nada poderia estar mais longe da verdade! Pois, um estudo cuidadoso do Velho Testamento revela o plano mestre de Deus para enviar um Salvador cuja vida seria dada como oferta pelo pecado (Isaías 53).
Em referência ao que chamamos o Antigo Testamento, Jesus disse: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (João 5.39). Jesus também disse que não veio abolir a lei ou os profetas, mas para cumprir o seu propósito (Mateus 5.17).
E, após Sua ressurreição, Ele explicou como as Escrituras apontavam para Ele mesmo (Lucas 24.27), como tudo que estava escrito sobre Ele na lei de Moisés, nos profetas e nos salmos tinha de ser cumprido (Lucas 24.44).

Deixar a Ansiedade

Norbert Lieth

A tarefa mais difícil dos cristãos

"Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo" (Sl 91.3-4).
Embora em muitas passagens da Bíblia tenhamos promessas da fidelidade, da provisão e da proteção de Deus, a tarefa mais difícil dos cristãos, a meu ver, consiste em seguir a ordem expressa nas três palavras "não andeis ansiosos".
Uma senhora idosa disse certa vez que havia sofrido muito, principalmente por causa de preocupação e medo de coisas que nunca aconteceram. Corrie ten Boom disse sobre este assunto:
Eu creio que, quando nos preocupamos, praticamente nos comportamos como ateus. Ou cremos em Cristo, ou não cremos. Ele disse: "Eu venci o mundo". Ele venceu? Ou Ele apenas nos prega uma peça de mau gosto?
Muitas vezes procedemos como pessoas que usam o elevador, mas não colocam a pesada mala no chão, preferindo segurar todo o peso. Na verdade somos crentes, mas simplesmente não nos aventuramos a entregar a nossa carga de preocupações Àquele que quer se preocupar conosco, que cuida de nós e nos conclama na Bíblia:

Não se preocupem!

Na prática, como demonstramos que "não nos preocupamos com nada"? Filipenses 4.6-7 nos diz:
"Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus."
"Não se aflijam com nada; ao invés disso, orem a respeito de tudo; contem a Deus as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-Lhe suas respostas" (Fp 4.6, A Bíblia Viva).
A exortação de Deus "Não andeis ansiosos" não é um conselho amoroso, um desejo ou um pedido, mas uma ordem! Nela somos chamados a assumir a tarefa mais pesada dos cristãos.

Clamor Pela Paz

Norbert Lieth
Marcel Reich-Ranicki afirmou: "Atrás das sátiras escondem-se ódio e raiva, atrás do humor há dor e melancolia". A isso poderíamos acrescentar: atrás das manifestações pela paz mundial esconde-se a falta de paz pessoal de muitos participantes.
Ouvindo as notícias, percebe-se que a política mundial não avançou em relação à promoção da paz. Aliás, nem deveríamos esperar por isso, pois paz significa mais do que ausência de guerras.
O fato de que, quase 60 anos após a II Guerra Mundial, prosseguem continuamente os conflitos e guerras, mostra que o homem não ficou mais sábio ou melhor durante os séculos. Percebe-se também que ele nada aprendeu da História, nem evoluiu para um suposto nível superior. Continuam existindo tiranos cruéis, ditadores sem consciência, líderes políticos sem escrúpulos e nações que se deixam enganar. Nesse aspecto, a situação continua igual à do antigo Egito ou da Babilônia de Nabucodonosor. Apenas as circunstâncias são mais modernas.

Desemprego

Elsbeth Vetsch
O desemprego traz consigo várias aflições e provações e normalmente também uma profunda crise emocional. De maneira nenhuma queremos minimizar tudo isso, mas desejamos animá-lo! Encorajá-lo a lançar todas as suas ansiedades sobre o Senhor Jesus Cristo, pois está escrito: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" (1 Pe 5.7). Você notou que este pequeno versículo contém uma exortação e uma promessa? A exortação é: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade." Portanto, não devemos entregar-Lhe as ansiedades de maneira vacilante ou até com dúvidas, mas devemos literalmente lançá-las sobre Ele! Isto quer dizer: distanciar-se delas de maneira decidida. E a promessa é: "porque ele tem cuidado de vós." O próprio Senhor sabe o que é o melhor para você, pois Ele sempre tem em mente o que é melhor para sua vida! Porém, às vezes temos muitas dificuldades em entendê-lo e em nos firmarmos pela fé nessa verdade espiritual. Por quê? Porque em nossa miopia humana sempre pensamos que o melhor é "ter o sol brilhando a cada dia". De maneira nenhuma! São justamente os caminhos profundos que nos levam à comunhão dos Seus sofrimentos e, assim, a uma comunhão mais íntima com o Senhor!
Por isso, lance suas ansiedades sobre Ele e confie nEle! Isto não quer dizer que você deva cruzar os braços e deixar de procurar emprego! Lançar sobre Jesus todas as nossas ansiedades não significa que devemos resignar-nos e agarrar-nos em nossas idéias pré-concebidas sobre o que fazer ou deixar de fazer. Significa: "Senhor, eu lanço todas as minhas ansiedades sobre Ti e peço-Te: Guia-me segundo a Tua vontade e protege-me de caminhos errados". Quem confia no seu Senhor de maneira absoluta e fica atento à Sua direção, no final poderá exclamar com Davi: "...o Senhor me ouve quando eu clamo por ele" (Sl 4.3b). Pois: "O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam" (2 Sm 22.31). (Elsbeth Vetsch - http://www.apaz.com.br)
Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/desemprego.html

Momentos que todos conhecem

... por que está chorando?” (João 20.15).
Uma vida repleta de agitação e medo. Atormentada por demônios. Mergulhada em escuridão.
Não, ela nunca foi feliz. Pobre Maria! No entanto, apareceu esse Rabi Jesus em sua vida e então houve uma mudança radical. Quantas vezes essa mulher sofrida já havia clamado em seu coração por salvação, redenção e livramento, quando ela ouviu a respeito dos milagres de Jesus?! Então ela teve um encontro com ele. Ela foi atingida por um terremoto em seus sentimentos quando o fardo dos seus pecados e culpa caiu de sua alma como se fosse uma corrente. O Senhor Jesus já havia expulsado sete demônios dela. Agora ela estava redimida, salva, livre. Sua alma estava repleta de felicidade. Pela primeira vez ela conseguiu experimentar a nova vida proveniente de Deus. A razão pela qual essa mulher seguia a Jesus em todo lugar era evidente. Quando o seu Rabi pregava, ela lia as palavras dos seus lábios.
Agora, no entanto, o chocante: a prisão intempestiva de Jesus no monte das Oliveiras. A seguir, o interrogatório durante a noite. No dia seguinte, o escândalo: a crucificação! Tudo acabado! A morte de Jesus foi semelhante a uma punhalada em seu coração. De um momento para o outro, ela foi assaltada por desespero e dor, choro e soluços, ao ponto de quase cegar seus olhos.

Deus das montanhas e vales



João Cruzué


Uma das canções mais bonitas que grupo Diante do Trono já compôs é: Lugares altos. Eu gosto de música cristã; ela sempre me inspirou, enfim, além de ter servido nas cordas em bandas (guitarra) por 14 anos na Igreja. Vi muita gente sendo batizada, renovada, falando em novas línguas pelo mover do Espírito Santo, presente nas notas de canções de adoração. Tenho certeza que o próprio Espírito Santo se alegra com boa música de louvor. A música alegra o Espírito e o Espírito alegra os adoradores na Casa do Senhor. Faz algum tempo que não escrevo; hoje, quero deixar alguns parágrafos sobre os outros versos do Salmo que o compositor do DT não colocou em "Lugares Altos".

No Salmo 18 está escrito: [O SENHOR] faz os meus pés como os da corça, e põe-me nas alturas. Imagino que a letra de "Lugares Altos", deve ter sido inspirada neste Salmo de Davi, que naquele tempo estava em primeiros anos no trono de Israel. O jovem Rei Davi olhou para trás e viu todas as lutas e perseguições que sofreu a partir daquele dia que matou o gigante Golias.

Quero dedicar este texto aos leitores que pararam aqui para uma leitura cética. Afinal, que coisa boa poderia sair de um blog de crente? Bom, sou um cristão que passou por 11 anos de desemprego. Casado. Duas filhas. E, que antes desses dias ruins, tinha razoável conforto. Ano, após ano, as coisas foram piorando. Não vão caber neste post as referências a tantas privações que passei, as dores que senti e as palavras que ouvi durante todos aqueles anos. Hoje estou bem. Muitíssimo bem. Olhando para trás, eu também posso dizer que foi o Senhor que "Livrou-me do meu inimigo forte e dos que me aborreciam, pois eram mais poderosos do que eu".

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